Trabalhadores da UFS entram em greve por tempo indeterminado

Entre outras pautas, categoria pede reposição salarial de 27,3%. 
Sintufs realizou ato na frente do campus de São Cristóvão na manhã de hoje.


Trabalhadores se reuniram no início da manhã desta quinta-feira (28) (Foto: Thiago Leão/Sintufs)Trabalhadores se reuniram no início da manhã
desta quinta-feira (28) (Foto: Thiago Leão/Sintufs)
O Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação da Universidade Federal de Sergipe (Sintufs) e a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Sergipe (ADUFS-SSIND) realizaram ato de deflagração de greve nesta quinta-feira (28).  A mobilização ocorreu no início da manhã de hoje no Hall da Reitoria do Campus que fica localizado no município de São Cristóvão, na Grande Aracaju. De acordo com o sindicato, são quatro pontos principais que motivaram a greve.

O Sintufs pede a valorização dos servidores públicos federais e reposição salarial de 27,3%. Afirma que é contra os cortes de R$ 9 bilhões destinados à educação e R$ 11 bilhões à saúde, que foi realizado pelo Governo Federal. Outro ponto é a privatização da saúde e educação, como também outros programas privatizantes dentro e fora das universidades. A categoria também ressalta pautas locais como a luta pelas 30 horas ininterruptas e demandas específicas de cada campus e categorias.

Segundo o Sintufs, no ato foi constituído um comando local de greve, que irá compor o calendário de atividades e primeiras ações da mobilização por saúde e educação públicas, gratuitas e de qualidade.
A professora Sônia Meire, responsável pelo comando de greve da ADUFS, confirma que os professores da Universidade Federal de Sergipe (UFS) estão em greve por tempo indeterminado.  “Hoje as universidades estão precárias, não existe nenhuma condição de se fazer pesquisa. São problemas que prejudicam professores e alunos, desqualifica o ensino”, afirma Sônia Meire Azevedo.
Os estudantes da UFS também participaram do ato, eles reclamam da estrutura precária da universidade. “A situação é precária, no banheiro nem papel higiênico existe, e isso é o básico. E é claro, que os problemas comprometem a nossa formação acadêmica”, desabafa Hugo Silva Costa, estudante de direito.
Por: G1se

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