Procura por pescados para a Páscoa ainda é baixa, dizem vendedores
Os consumidores reclamam dos preços que estão mais salgados.
O quilo do bacalhau está custando R$ 30.
A tradição religiosa entre os católicos de não comer carne durante a Semana Santa costuma aquece o setor de pescados do Mercado Albano Franco, no Centro de Aracaju.
Segundo os comerciantes, o movimento ainda está baixo, mas a expectativa é que aumente nos próximos dias. “Está fraquinho ainda, mas é sempre assim mesmo, quando chega quarta e quinta isso aqui fica lotado”, disse otimista Eliene dos Anjos, vendedora de pescados.
Os clientes estão buscando os mais variados tipos de pescado. O motorista José Luiz resolveu comprar o banquete da Semana Santa aos poucos, ele tirou a manhã desta segunda-feira (30) para pesquisar preços e acabou levando o sururu. José confessa que não gostou do valor, pagou R$ 30 no quilo do fruto do mar.
Os clientes estão buscando os mais variados tipos de pescado. O motorista José Luiz resolveu comprar o banquete da Semana Santa aos poucos, ele tirou a manhã desta segunda-feira (30) para pesquisar preços e acabou levando o sururu. José confessa que não gostou do valor, pagou R$ 30 no quilo do fruto do mar.
Gosto de comprar aos poucos, é uma forma de pesquisa. Percebi que as coisas estão mais caras esse ano”, reclamou o motorista José Luiz Santos. E ele tem razão, nesta época os preços ficam mais elevados por causa da procura, que também aumenta. O quilo da ostra está custando R$ 40, o catado de caranguejo R$ 20, a lula R$ 15, o camarão cinza R$ 25, o filezinho R$ 22 e o saburica R$ 15.
“Estou achando o movimento péssimo, no ano passado, nesse mesmo período, a procura estava maior”, reclamou Luciene Costa, vendedora de camarão.
O preço dos peixes também chama atenção dos clientes. O Bacalhau, que ano passado estava custando R$ 28 o quilo, não é encontrado por mesmos de R$ 30, a pescada vermelha custava R$ 22 na Semana Santa de 2014, esse ano custa R$ 25. Todas as espécies estão mais caras o robalo sai por R$ 30, arabaiana R$ 35 e o atum R$ 22.
Segundo o vendedor José Ilton, não é o preço que está afastando a clientela. “O brasileiro deixa tudo para última hora, amanhã vamos perceber um aumento, até quinta enche. Se a procura aumentar bastante e faltar mercadoria, o preço pode subir um pouquinho”, revela José Ilton, vendedor de peixe.
Deixar para última hora pode sair mais caro, e existe o risco de não encontrar o pescado. “Hoje já comprei tudo, quanto mais próximo fica, mais caro fica também. Estou levando sururu, peixe e camarão”, disse a dona de casa Maria de Fátima Santos.
Deixar para última hora pode sair mais caro, e existe o risco de não encontrar o pescado. “Hoje já comprei tudo, quanto mais próximo fica, mais caro fica também. Estou levando sururu, peixe e camarão”, disse a dona de casa Maria de Fátima Santos.
Por: G1se
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