Bebê necessita de R$ 2 milhões para fazer transplante de intestino nos EUA
Procedimento precisa ser feito no Hospital The Children’s, na Pensilvânia.
Pais fazem apelo e pedem doação para salvar a vida da filha.
| Menina de oito meses necessita de R$ 2 mi para fazer transplante de intestino (Foto: Arquivo Pessoal) |
Um bebê sergipano de apenas oito meses necessita de R$ 2 milhões para realizar um transplante de intestino. A criança desenvolveu uma doença rara, a síndrome do intestino ultra curto com uma doença rara, a síndrome do intestino ultra curto e está internada no Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. Segundo a mãe, o diagnóstico da doença não foi feito a tempo de perder o intestino. "Ela passou um mês com os sintomas", recorda.
Os pais estão fazendo uma campanha para arrecadar o dinheiro e salvar a vida filha que necessita realizar o procedimento no Hospital The Children’s, na Pensilvânia, nos Estados Unidos. “Porque lá existem possibilidades de 90% de sobrevivência”, detalha a mãe, Luiza Stela Correia Ferreira de 34 anos que é médica oftalmologista.
O valor de R$ 2 milhões inclui apenas a cirurgia e o acompanhamento. “Mesmo a cirurgia não apresentando rejeições ficaremos lá durante cerca de 8 meses, mesmo tudo indicando que a alta médica será 30 dias após o procedimento”, observa Luiza.
Durante esta semana os pais planejam realizar os exames que serão enviados para os Estados Unidos. “Em seguida vamos ativar o cadastro na fila de espera do hospital. Mas para entrar na fila é necessário o dinheiro”, lembra emocionada.
A assessoria de imprensa do Hospital Infantil Sabará confirmou que a menina está internada desde o dia 12 de dezembro, antes ela ficou internada desde o nascimento no Hospital São Lucas, em Aracaju.
Estado do bebê
Atualmente a única filha do casal usa um cateter na veia central do coração para ser alimentada. Ela nasceu no sétimo mês de gestação, mas desde o quinto mês de gravidez Luiza Stela ficou internada por complicações antes do parto.
Em junho completa um não que a família convive com o ambiente hospitalar.
No Brasil, a cirurgia ainda é realizada de forma experimental. O último caso ocorreu há 10 anos na Santa Casa de São Paulo, mas o bebê não resistiu.
Doação
Quem deseja colaborar deve fazer a sua doação na conta de Luiza Stella Correia Ferreira, no Banco do Brasil, agência 1603-9, conta corrente 17468-8.
Atualmente a única filha do casal usa um cateter na veia central do coração para ser alimentada. Ela nasceu no sétimo mês de gestação, mas desde o quinto mês de gravidez Luiza Stela ficou internada por complicações antes do parto.
Em junho completa um não que a família convive com o ambiente hospitalar.
No Brasil, a cirurgia ainda é realizada de forma experimental. O último caso ocorreu há 10 anos na Santa Casa de São Paulo, mas o bebê não resistiu.
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